Tá ou a forma mais simples de fazer chá com leite
(Capitulo I)
(Capitulo I)
- ‘Tá? Sim, sou eu. Desculpa estar a ligar a esta hora, mas nem imaginas o sonho que tive. Era de manhã e estava eu sozinho em casa num dia qualquer, deitado na minha cama ainda meio a dormir, de boxers e tshirt e de boca aberta colada á almofada. De repente o meu despertador toca oito horas, eu atiro-me para o chão e arrasto-me para debaixo da minha cama. Escuridão…. Apalpo e descubro um interruptor do meu lado. Acende-se a luz e estou no hall. Abro a porta de entrada, que era de saída, mas quando ia a sair uma voz chama-me, olho para trás e vejo diante mim um individuo, era de média estatura e usava uma camisa do rato mickey por dentro de umas ceroulas amarelas e na cabeça tinha 1 gorro dos bulls. Ele começa a disparatar numa língua que eu não entendo cada vez mais alto ate que começa a gritar, eu começo a correr para a rua e corro, corro, corro, corro, corro, corro, corro, corro, corro, corro, corro….
- Chega… corres, já sei e depois?
- Bem, depois eu corro, corro, e chego naquele cruzamento perto do talho, 38 passos depois do mini sabes? E paro para descansar pensando q já tinha corrido o suficiente e pensando que talvez o homem das ceroulas amarelas não me apanhasse. Com o fôlego recuperado continuo a andar sem algum destino aparente, paro diante da montra do talho e todas as cabeças de porco e leitão em promoção eram exactamente a cara do gajo que na noite anterior me tinha trazido uma pizza de carne picada em vez da pizza 4 estações que eu tinha encomendado e inclusive salvaguardado o facto de querer triplo queijo para que se tratasse de um pedido especial e não houvesse margem para trocas indesejadas. Não dei importância ate porque isso é perfeitamente normal e ninguém esta livre de lhe acontecer o mesmo. Logo a seguir, não tinha ainda a velhota da crina azul que passeava o seu flamingo atravessado a rua, acontece-me a coisa mais bizarra que alguma vez vira, perco total controlo sobre o meu corpo e vou a dançar kamarinskaya do cimo da avenida ate á sede do Komitet Gosudarstvennoi Bezopasnosti (K.G.B.) que fica depois da rotunda da liberdade naquele edifício que diz “sede do Komitet Gosudarstvennoi Bezopasnosti”, nisto chego lá, abro a porta, entro, de imediato sou abordado por um palhaço e um pierrot agarram-me pelos braços e atiram-me para dentro de um poço.
- E depois?
- Depois acordei com muita sede, vou a casa de banho e reparo que tenho uma cauda de esquilo a sair-me pela cintura das calças do pijama, e é por isso que te estou a ligar. Tu tens de me ajudar!
- Chega… corres, já sei e depois?
- Bem, depois eu corro, corro, e chego naquele cruzamento perto do talho, 38 passos depois do mini sabes? E paro para descansar pensando q já tinha corrido o suficiente e pensando que talvez o homem das ceroulas amarelas não me apanhasse. Com o fôlego recuperado continuo a andar sem algum destino aparente, paro diante da montra do talho e todas as cabeças de porco e leitão em promoção eram exactamente a cara do gajo que na noite anterior me tinha trazido uma pizza de carne picada em vez da pizza 4 estações que eu tinha encomendado e inclusive salvaguardado o facto de querer triplo queijo para que se tratasse de um pedido especial e não houvesse margem para trocas indesejadas. Não dei importância ate porque isso é perfeitamente normal e ninguém esta livre de lhe acontecer o mesmo. Logo a seguir, não tinha ainda a velhota da crina azul que passeava o seu flamingo atravessado a rua, acontece-me a coisa mais bizarra que alguma vez vira, perco total controlo sobre o meu corpo e vou a dançar kamarinskaya do cimo da avenida ate á sede do Komitet Gosudarstvennoi Bezopasnosti (K.G.B.) que fica depois da rotunda da liberdade naquele edifício que diz “sede do Komitet Gosudarstvennoi Bezopasnosti”, nisto chego lá, abro a porta, entro, de imediato sou abordado por um palhaço e um pierrot agarram-me pelos braços e atiram-me para dentro de um poço.
- E depois?
- Depois acordei com muita sede, vou a casa de banho e reparo que tenho uma cauda de esquilo a sair-me pela cintura das calças do pijama, e é por isso que te estou a ligar. Tu tens de me ajudar!

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