terça-feira, novembro 21, 2006

Capitulo III-tá ou o ensaio sobre a porcaria

- Olá, sou eu novamente!
- Eh pá... adoro o teu sentido de opurtunidade... mesmo quando acabo de encher a banheira com água quente e os meus sais tarapeuticos, resolves telefonar-me. Mas diz la, o que foi desta vez?
- Pá... é que me aconteceu uma coisa que nem o gajo que inventou a roda consegue imaginar!
- E o que é que foi mesmo? (revira os olhos)
- Entao foi o seguinte: estava um bocado de frio e eu fui dar um passei pela rua para observar a arte do encordoamento dos ninhos de andorinha à base de materia prima rectal, quando escorreguei numa casca de banana em frente à casa do pedrinho (pois) e fui a escorregar ate ao final da avenida. Por conseguinte, fui contra a montra da peugeot e ainda meio atarantado caí num bueiro qualquer que a AGERE provavelmente se "esqueceu" de tapar visto q deviam ser 3 da tarde e tava na hora da sueca diária no soarense futebol clube. Bem, dou comigo encharcado, a cheirar a ovos estragados, com um pedaço de papel higienico colado ao sapato e ainda por cima, apenas com a luz proveniente do dito bueiro. E o pior é que as escadas tinham uma falha e nao dava para subir. Bem, que chance tinha eu? La fui andando pelos tuneis fora. Comecei a pensar na nossa conversa acerca dos crocodilos e é nesse momento que tropeço em algo rijo. Nao passava de um Alvarum Nojentus, espécie frequente naquele tipo de habitat. Estava a dormir, provavelmente tinha acabado de jogar fifa 97 e nao houve problema. La vou andando e andando ate que aparece um vulto à minha frente. Digo "pode dizer-me o numero da telepizza? é que ja comia uma bucha" e é um sopro frio que obtenho como resposta. Confesso que congelei de medo, talvez porque uma salamandra gigantesca se tinha babado no meu pescoço, nao sei. Avancei para o vulto. E à luz revelou-se... era uma velhinha que ficou dentro do teatro circo do tempo em que jogávamos à bola e que foi demolido para dar lugar a um novo. Ao que parece, tinha-se alimentado de panados de rato e de lombo de Alvarum para sobreviver.
O mais espantoso foi como conseguiu fritar o mamifero, talvez com as forças reactivas da flatulencia.
- Olha... MAS TU ANDAS A DAR NO CAVALO Ó PALERMA?
- A sério, foi surreal
- Surreal ó meu anormal? Surreal ó meu Dalí caroxo? Surreal é a minha casa de banho, que já está com água pelas escovas de dentes!
- Oh... entao pronto, continua la com o teu banho e boas festas.
- (Grumph)

2 pessoas ou algo similar fizeram aqui as suas pinturas rupestres:

Blogger André M. Carvalho said...

ze carlos...

primo da alvarus

11:57 p.m.  
Blogger o homem das ceroulas amarelas said...

ó urso.. esta merda n eh ensaio nenhum isto eh suposto ser a serie TÁ.. para alem disso postas.t 2 vezes.. fora isso gostei.. ja devia era tar ca ah + tempo ne?? quaralho..

12:20 a.m.  

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